quarta-feira, 20 de julho de 2011

tudo sobre a dengue

Dengue Clássica
Mais Febre alta com início súbito.
Mais Forte dor de cabeça.
Mais Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
Mais Perda do paladar e apetite.
Mais Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
Mais Náuseas e vômitos·
Mais Tonturas.
Mais Extremo cansaço.
Mais Moleza e dor no corpo.
Mais Muitas dores nos ossos e articulações.
seta Dengue hemorrágica
Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:
Mais Dores abdominais fortes e contínuas.
Mais Vômitos persistentes.
Mais Pele pálida, fria e úmida.
Mais Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
Mais Manchas vermelhas na pele.
Mais Sonolência, agitação e confusão mental.
Mais Sede excessiva e boca seca.
Mais Pulso rápido e fraco.
Mais Dificuldade respiratória.
Mais Perda de consciência.
Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem.
O doente pode apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar a evolução para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.
Sintomas

É importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sintomas, pois as manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças, como febre amarela, malária ou leptospirose e não servem para indicar o grau de gravidade da doença.


Mosquito da Dengue
Mosquitos
Mosquito da dengue Mosquito da dengue Mosquito da dengue
A dengue pode ser transmitida por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que picam durante o dia e a noite, ao contrário do mosquito comum, que pica durante a noite. Os transmissores de dengue, principalmente oAëdes aegypti, proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis), em recipientes onde se acumula água limpa (vasos de plantas, pneus velhos, cisternas etc.).



O Aedes aegypti
O Mosquito Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas.


Costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que alguns ataquem também durante a noite.


O indivíduo não percebe a picada, pois no momento não dói e nem coça.




Modo de transmissão
A fêmea pica a pessoa infectada, mantém o vírus na saliva e o retransmite.
A transmissão ocorre pelo ciclo homem-Aedes aegypti-homem. Após a ingestão de sangue infectado pelo inseto fêmea, transcorre na fêmea um período de incubação. Após esse período, o mosquito torna-se apto a transmitir o vírus e assim permanece durante toda a vida. Não há transmissão pelo contato de um doente ou suas secreções com uma pessoa sadia, nem fontes de água ou alimento.
seta O mosquito Aedes aegypti também pode transmitir a febre amarela.
Período de incubação


Varia de 3 a 15 dias, mas tem como média de cinco a seis dias.
O Ciclo do Mosquito
Mosquito da dengue Mosquito da dengue Mosquito da dengue
O ciclo do Aedes aegypti é composto por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As larvas se desenvolvem em água parada, limpa ou suja. Na fase do acasalamento, em que as fêmeas precisam de sangue para garantir o desenvolvimento dos ovos, ocorre a transmissão da doença.
O seu controle é difícil, por ser muito versátil na escolha dos criadouros onde deposita seus ovos, que são extremamente resistentes, podendo sobreviver vários meses até que a chegada de água propicia a incubação. Uma vez imersos, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto.
O único modo possível de evitar a transmissão da dengue é a eliminação do mosquito transmissor. 
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença.






se voceis quiserem fazer uma armadilha para mosquitos da dengue acesse http://www.youtube.com/watch?v=Jyi_zj3PWcc

terça-feira, 19 de julho de 2011

tudo sobre o basquete

básquete, também chamado de basquetebol ou basquete é um esporte criado em 1891 por um professor de educação física da Associação Cristã de Moços de Springfield, no Canadá. Esse é um esporte jogado por 5 atletas que tem como objetivo passar a bola de mão em mão até que ela chegue na cesta adversária. O basquete é jogado em uma quadra delimitada por linhas. É colocada uma cesta em duas extremidades de forma que elas fiquem uma de frente para a outra. O aro dessas cestas são colocadas há 3 metros de altura do chão. Pode ser praticado em quadra fechada ou ao ar livre.
Os atletas do basquete podem caminhar em quadra desde que driblem, ou seja, batam a bola no chão a cada passo; não é permitido andar sem driblar. O jogador pode ou passar a bola para um companheiro ou arremessar na cesta adversária.
O primeiro jogo de basquete foi disputado em 1892 com 9 jogadores para cada equipe e a bola era a mesma utilizada nos jogos de futebol. E o primeiro jogo feminino de basquete foi realizado em 1892 quando as regras do masculino foram adaptadas para o feminino. O basquete virou esporte Olímpico em 1936, quando entrou oficialmente nos Jogos Olímpicos de Verão de Berlim.
As regras do basquete são bem fáceis e distintas. A cesta é o ato de passar a bola no aro adversário e a pontuação de cada cesta é definida conforme a distancia que a pessoa acertou. Então dois pontos vale se a pessoa lançou a bola da área do garrafão, para os três pontos é preciso acertar fora da linha dos 6,25 metros. Cada equipe tem meia quadra. A marcação é livre desde que não se toque no jogador ou arranque a bola da mão dele; é preciso interceptar um lançamento.
O campeonato mais importante de basquete é o realizado pela NBA; uma verdadeira sensação internacional. A organização internacional do esporte fica a cargo da FIBA – Federação Internacional de Basquetebol, é ela que manda em todos os países. Pela FIBA, cada jogo de basquete tem duração de 40 minutos, divididos em 4 periodos iguais de 10 minutos com intervalos de 15 minutos entre o 2º e o 3º período. A cada troca de período, muda-se o lado da quadra que a equipe defende.
O basquete também ganhou uma adaptação para os deficientes, é o basquete em cadeiras de rodas, totalmente adaptados para as pessoas que estão em cadeiras de rodas também poderem praticar o esporte.

tudo sobre o egito

Egito Antigo

Verdades e mentiras sobre a civilização multimilenar


Fred Eckschmiedt/Página 3
A pirâmide de Quéfren
Terra de tesouros e mistérios. E de maldições para quem ouse profanar os túmulos de reis que viveram há milênios. É essa a imagem do Egito popularizada em filmes de Hollywood como A Múmia eO Retorno da Múmia. Eles são exemplo do fascínio que aquela antiga civilização egípcia ainda desperta no imaginário popular. Com certeza, filmes desse tipo levam muitos jovens a sonhar com a carreira de arqueólogo.

No entanto, o Egito foi bem mais que tumbas. Sua civilização era uma das mais sofisticadas da Antigüidade. Diferentemente do que filmes e documentários podem sugerir, os egípcios não eram um povo fúnebre nem sinistro. Pelo contrário: gostavam de fazer festas (regadas a muita comida e vinho), de cuidar da aparência. E, assim como muitos de nós, acreditavam na vida após a morte.

A história do Egito antigo é enorme: começa por volta de 4500 a.C., quando surgem as primeiras comunidades agrícolas (e olhe que pode ter sido até antes: alguns livros falam em 5000 a.C.), e termina em 641 d.C., quando os árabes conquistaram a região e converteram seus habitantes à religião muçulmana. São mais de cinco milênios, e seria pretensão demais querer contar "tudo sobre o Egito antigo". Por isso, vamos destacar apenas certos aspectos dessa civilização, dando respostas para algumas das perguntas mais comuns.

Quem construiu as pirâmides?

As pirâmides do Egito foram construídas por trabalhadores recrutados entre a própria população, que recebiam alguma forma de pagamento, na forma de alimentos e de peças de cerâmica. Portanto não foram escravos, embora as condições de vida dos homens livres pobres não fossem lá muito melhores que as dos cativos. E, ao contrário do que afirmam livros e documentários sensacionalistas, as pirâmides certamente não foram erguidas por extraterrestres - nenhum arqueólogo que se preze vai dizer que visitantes de outro planeta as construíram.

A propósito: elas serviam para os faraós aproveitarem a vida após a morte. Por isso, achamos ali objetos que pertenciam a uma minoria. No Egito, encontramos muito menos vestígios arqueológicos que mostrem como viviam os pobres, a maioria da população. Isso acontece porque pobre morava em construções mais precárias, que não duravam tanto.

Como foram construídas as pirâmides?

Para erguer uma delas, era necessário o trabalho de milhares de homens ao longo de mais ou menos 25 anos. As estimativas variam, mas as pesquisas mais recentes falam de 10 mil a 40 mil trabalhadores (bem menos que as mais antigas, que mencionavam até 100 mil). Ao construí-las, era necessário investir praticamente todos os recursos do Estado. Blocos de calcário eram extraídos com martelos e outras ferramentas e transportados de barco pelo rio Nilo. Depois, eram arrastados até uma rampa em torno da primeira camada de pedras da pirâmide. Para isso, usavam-se trenós e rolos de feitos de troncos.

Hoje, investir em obras que tivessem comparativamente a mesma magnitude levaria qualquer país à falência. Donde a expressão "obras faraônicas" para indicar coisas construídas com dinheiro público por políticos que gostam de se promover gastando muito mais do que podem.

Como e por que se fazia a mumificação?

Os egípcios acreditavam que preservar o corpo era necessário para o espírito sobreviver após a morte. No início, a mumificação era muito cara, sendo reservada apenas aos faraós e outros nobres. A partir da 18ª dinastia (1570-1304 a.C.), o costume estendeu-se ao resto da população.

Os embalsamadores tinham conhecimentos de anatomia e medicina. O processo era complicado e levava 70 dias:

  • 1) Primeiro, extraíam-se o cérebro, as vísceras e todos os órgãos internos, para colocá-los em quatro vasos.

  • 2) Depois, desidratava-se o corpo com várias resinas (entre elas o natrão, um composto de sódio).

  • 3) Por fim, depois de 40 dias, ele era enfaixado com bandagens embebidas em óleos aromáticos.

    O que representa a Esfinge?

    Esfinges são criaturas mitológicas com corpo de leão, cabeça de gente e (às vezes) asas de pássaro. São comuns tanto na cultura egípcia quanto na grega. A Esfinge de Gizé, a mais conhecida, é um dos símbolos da realeza egípcia e foi construída por Quéfren, o quarto faraó da 4ª dinastia (2575-2465 a.C.). Hoje sabemos que a Esfinge tem o rosto desse faraó. Ela teria sido construída para ser uma espécie de guardiã.

    A Esfinge foi restaurada por um príncipe da 18ª dinastia, o qual teria sonhado que a Esfinge lhe disse que ele se tornaria faraó quando fizesse isso. A areia que a cobria foi retirada, e uma estela (coluna ou placa de pedra com inscrições) foi colocada entre suas patas, para comemorar o sonho e a restauração. Hoje, por causa da erosão, a Esfinge de Gizé está sendo restaurada de novo.

    Curiosamente, os árabes conhecem a Esfinge de Gizé pelo nome Abu al-Hawl, que significa "Pai do Terror". O príncipe? Esse virou faraó Tutmés (ou Tutmósis) IV, que reinou em 1401-1391 a.C.

    Os antigos egípcios eram negros?

    O Egito fica na África, e isso contribuiu para membros da comunidade negra dos EUA afirmarem que os egípcios eram negros. A idéia até foi difundida num clipe de Michael Jackson, para a música "Remember the Time". Mas é tudo confusão com os núbios.

    A Núbia se localizava em parte do território dos atuais Egito e Sudão. Os núbios construíram um império, que incluía o famoso Reino de Kush, e tiveram intenso intercâmbio cultural com os egípcios. Também construíram pirâmides, embora não tão grandes quanto as egípcias.

    No século 8º a.C., eles invadiram e conquistaram o Egito, iniciando quase um século de domínio. Os reis núbios que então governaram o país são conhecidos como "faraós negros". Já os egípcios, pelo menos em sua maioria, não eram negros, mas brancos de pele morena. No entanto, vale lembrar que houve miscigenação entre egípcios e núbios.

    Os faraós eram considerados deuses?

    Sim. Os faraós eram tidos como descendentes de Rá ou Aton, o deus-sol. Os egípcios acreditavam que ele tinha sido o primeiro governante do Egito. A própria terra era considerada "filha" de Rá, tendo sido entregue aos cuidados do "irmão", o faraó. Para manterem a "pureza" do sangue real, os faraós casavam com as próprias irmãs.

    A suposta origem divina legitimava o poder do monarca. Assim, quem se opusesse ao faraó estaria cometendo sacrilégio, porque agiria contra os próprios deuses. Hoje, vivemos numa sociedade em que governo e religião são coisas separadas. No Egito Antigo, essa distinção causaria estranheza, pois as duas coisas estavam intimamente ligadas: o faraó era autoridade tanto política quanto espiritual, e os templos e sacerdotes se mantinham com o dinheiro dos impostos.

    Qual era a religião dos egípcios?

    Eles eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses. Alguns destes eram representados com forma humana, e outros, com corpo de gente e cabeça de bicho. Era comum que um mesmo deus tivesse mais de um nome ou fosse representado com diferentes aparências. Entre as muitas divindades egípcias, podemos destacar:

    1) Osíris, herói de muitas lendas, considerado o juiz dos mortos. Foi assassinado por Seth, o deus do mal, mas conseguiu ressuscitar graças à irmã e esposa, Ísis, que tinha pedido ajuda a Anúbis, deus da mumificação e protetor das tumbas. Para alguns estudiosos, a história da morte e ressurreição de Osíris representa o "renascimento" da natureza: no Egito, havia os períodos de seca e de cheia do Nilo (quando as águas invadiam as casas, destruindo quase tudo), mas depois vinham as colheitas.

    2) Hórus, filho de Osíris e Ísis. Enquanto Osíris reina sobre os mortos, Hórus reina sobre os vivos. Era representado com corpo de homem e cabeça de falcão.

    3) Anúbis, já citado. Tinha corpo de homem e cabeça de chacal, o que é bastante curioso: os chacais são carniceiros, e isso não parece adequado a uma divindade protetora das tumbas.

    4) Rá ou Aton: o deus-sol. Em sua homenagem, Amenófis IV (que viveu no século XIV a.C.) adotou o nome Akhenaton ("aquele que serve Aton"). Esse faraó também decretou que Aton fosse o único deus cultuado. Assim, durante seu reinado, a religião passou do politeísmo ao monoteísmo (culto a um único deus). A intenção de Amenófis IV deve ter sido aumentar seu poder pessoal e diminuir o dos sacerdotes, que eram funcionários do Estado. Após a morte desse faraó, o politeísmo foi restabelecido.

    É verdade que os gatos eram sagrados no Egito?

    Sim. Os gatos estavam associados à deusa Bastet, representada com corpo de mulher e cabeça de gato. Era a protetora das grávidas. Também se acreditava que a deusa garantisse as pessoas contra doenças e demônios.

    Pinturas com imagens de gatos são encontradas principalmente em tumbas do chamado Novo Império (o período de 1550 a.C. a 1070 a.C., quando o Egito foi governado pela 18a, 19ª e 20ª dinastia). Eles também são mencionados em vários papiros egípcios, tanto literários quanto místicos. Alguns desses textos alertam os leitores para que tomem cuidado com demônios que assumem a forma de gato.

    Uma explicação possível para a adoração aos gatos está no fato de caçarem ratos. Os egípcios dependiam do cultivo do trigo, cujos grãos, armazenados, atraem os roedores. Ao caçarem os ratos, os gatos ajudavam a controlar uma praga que podia comprometer toda a produção agrícola.          











  • Egito Antigo

    Planície fértil do rio Nilo favoreceu civilização egípcia

    Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
    Reprodução
    Máscara funerária do faraó Tutancâmon (1361 a.C. - 1352 a.C.)
    Tema frequente dos meios de comunicação, o Egito é um país geralmente associado a descobertas arqueológicas da era anterior aCristo. No imaginário do mundo atual, é o país das pirâmides, das múmias, da sedutora rainhaCleópatra e do caudaloso rio Nilo.

    De fato, a civilização que se desenvolveu no Egito, numa antiguidade muito remota, é surpreendente no que se refere principalmente a seus aspectos culturais, incluindo-se aí a escrita (os chamados hieróglifos), a pintura, a escultura, a arquitetura e a mitologia.

    Porém, para se compreender o desenvolvimento cultural do antigo Egito, é preciso conhecer também as condições sociais e econômicas em que ele ocorreu. Do mesmo modo, é necessário considerar também uma questão geográfica, pois, como disse Heródoto, "o Egito é uma dádiva do Nilo".

    Às margens do rio Nilo

    Hoje, no início do século 21, o Egito conta com mais de 70 milhões de habitantes, sendo o mais populoso dos países de cultura árabe. E, exatamente como na Antiguidade, a maioria de sua população está concentrada em apenas 4% do território, às margens do rio Nilo.

    Por se localizar numa região desértica - o nordeste da África -, o Egito sempre teve a sua vida ligada às águas desse rio e aos seus períodos de cheia, durante os quais o solo das margens é fertilizado, tornando possível o desenvolvimento de uma agricultura capaz de sustentar enormes contingentes populacionais. Por esse motivo, na Antiguidade o Egito era conhecido como o "Celeiro do Oriente".

    Nos últimos séculos do 5º milênio a. C., com o processo de desertificação do norte da África e a formação do deserto do Saara, as populações nômades e seminômades da região foram atraídas para as margens do rio Nilo. A ocupação da bacia do Nilo ocorreu a partir da migração sucessiva de tribos vindas das regiões da Líbia (a oeste), da Etiópia (a leste) e da Palestina (no Oriente Médio), que acabaram formando a população egípcia.

    Unificação dos reinos do Egito

    Essas populações fixaram-se em aldeias agrícolas, que aos poucos formaram pequenas cidades-Estado, chamadas nomos, administradas pelos nomarcas, a primeira elite egípcia.

    Como a agricultura era difícil - tanto por causa do deserto, quanto por causa da sazonalidade do rio Nilo -, esses nomos acabaram se unindo com o passar do tempo (não se conhece a data precisa), dando origem a dois reinos: o do Norte (Baixo Egito) e o do Sul (Alto Egito).
    De acordo com a tradição, o rei Menés teria unificado ambos os reinos por volta do ano 3.000 a.C., tornando-se o primeiro faraó (título do rei egípcio), ou como se dizia na época "o senhor das duas terras", inaugurando assim a primeira dinastia do Egito.

    A unificação garantiu a centralização política e administrativa dos vários nomos egípcios, o que facilitou a organização eficaz do trabalho da sociedade nas obras públicas, para manter o controle das águas e a construção de sistemas de irrigação do solo, garantindo a ampliação da agricultura e da pecuária, levando ao crescimento das cidades.
    A partir de então, os nomos passaram a ser unidades administrativas dentro do Egito, englobando várias cidades, e os nomarcas passaram a se subordinar diretamente ao faraó.

    A civilização egípcia desenvolveu-se às margens do rio Nilo, ocupando uma faixa de terra cuja largura media entre 10 e 20 quilômetros e que se estendia por cerca de mil quilômetros. Era extremamente dependente do rio, tanto para a manutenção das atividades agrícolas e a pecuária, como para o transporte de mercadorias e comunicação entre as diversas cidades. Tão apropriada era a navegação entre as várias regiões banhadas pelo Nilo, que os egípcios não precisaram construir estradas.

    Diques e reservatórios no rio Nilo

    O controle das cheias do rio foi condição essencial para o desenvolvimento da civilização na região, pois o seu leito não era suficiente para conter as águas que corriam do interior da África em direção ao mar Mediterrâneo, inundando a região entre julho e setembro. Assim, às margens do Nilo foram construídos diques e reservatórios, a fim de reter as águas que seriam utilizadas - por meio de canais de irrigação - no tempo de escassez das chuvas para a agricultura, a pecuária e o consumo humano.

    Com o retorno das águas ao leito do rio (entre dezembro e maio), ficava armazenado nas margens um precioso fertilizante, o húmus, que permitiu o surgimento de uma agricultura de alta produtividade. O húmus, um fertilizante natural de cor escura, era tão essencial aos egípcios, que esse povo chamava sua região de Kemet, "terra negra", em oposição às terras vizinhas, chamadas de Deshret, "terra vermelha", ou seja, o deserto.

    Segundo os historiadores G. Moktar e J. Vercoutter, a "experiência logo ensinou os egípcios a desconfiar da inconstância do rio. Para compensar a escassez periódica, era necessário estocar cereais para alimentar a população e - mais importante ainda - garantir quantidade suficiente de sementes para a semeadura seguinte, quaisquer que fossem as circunstâncias.

    "Esses estoques de reserva eram fornecidos pelo governo central, graças ao duplo celeiro real, que estocava cereais em armazéns distribuídos por todo o país. Limitando o consumo em períodos de abundância e estocando o máximo possível para se precaver contra cheias insuficientes ou excessivas, o governo central passou a controlar, por assim dizer, a ordem natural e veio a desempenhar um papel muito importante."

    Excedente econômico

    A alta produtividade agrícola e o controle populacional permitiram que houvesse disponibilidade de recursos e de mão de obra, o que viabilizou a construção das pirâmides e dos palácios, o desenvolvimento do artesanato, da ourivesaria e as guerras de expansão.
    Ao contrário do que comumente se pensa, a mão de obra utilizada em tais obras gigantescas era de camponeses livres, não de escravos. Apesar de a escravidão existir no Egito, era em pequena escala. O Estado egípcio submetia a população a uma forma de exploração chamada de "corveia real" ou "servidão real", ou seja, apesar de os trabalhadores serem homens livres, deviam, de tempos em tempos, prestar trabalho gratuito nas obras estatais, como forma de tributo.

    A produção agrícola era diversificada: trigo, cevada, ervilha, cebola, linho, tâmaras, diversas árvores frutíferas, além da pecuária (bois, ovelhas, porcos, cabras). Os egípcios desenvolveram também a caça e a pesca: a primeira realizada nos pântanos e no deserto e a segunda praticada no Nilo, nos reservatórios e canais de irrigação.

    Artesanato e cultura

    O artesanato era muito importante. Utilizaram o linho e o couro de animais, confeccionaram cerâmicas e durante largo tempo não houve separação entre agricultores e artesãos: como o ciclo agrícola era de seis meses (plantio e colheita), o restante do tempo era aproveitado nas atividades artesanais, na construção e conservação dos canais de irrigação e dos reservatórios e na construção das obras públicas.

    O papiro era abundante às margens do Nilo. As fibras da planta foram usadas para fazer embarcações, redes e cordas, mas acabaram tendo enorme importância quando utilizadas como matéria-prima para fazer papel. De acordo com o historiador J. Yoyotte, o "cultivo intensivo do papiro provavelmente contribuiu para o desaparecimento dos pântanos - refúgio dos pássaros, crocodilos e hipopótamos que, na opinião dos próprios antigos, davam brilho à paisagem egípcia".

    Realizada pelos escribas, a transcrição nos papiros de fatos da história, do dia a dia do governo e das questões religiosas acabou se transformando em importante fonte histórica para a reconstrução da civilização egípcia, depois que os arqueólogos modernos conseguiram decifrar os hieróglifos.

    Divisão social do Egito Antigo

    Nos 3 mil anos do Egito dos faraós, a estrutura social pouco se alterou. Na base estavam os escravos, quase todos de origem estrangeira e em número reduzido, mas principalmente os camponeses livres, a maioria da população, que viviam nas aldeias e tinham de pagar diversos tributos ao Estado e aos templos.

    Havia uma camada intermediária representada pelos artesãos urbanos. A classe dominante era formada pelo faraó - adorado como um deus e exercendo também o poder militar, civil e judiciário - e sua família, pelos sacerdotes, militares e altos funcionários do Estado, dentre eles os escribas e os nomarcas.

    De acordo com o filósofo e historiador das religiões Mircea Eliade, para os egípcios a ordem social representava um aspecto da ordem cósmica. Assim, a realeza existiria desde o começo do mundo, pois o "Criador foi o primeiro Rei; ele transmitiu esta função ao filho e sucessor, o primeiro Faraó. Essa delegação consagrou a realeza como instituição divina".

    Três impérios

    A história política do Egito se divide em três grandes blocos chamados de Impérios, separados por períodos de crise, chamados de Períodos Intermediários.

    O primeiro é o Antigo Império, caracterizado pela edificação das grandes pirâmides (as de Guisé), pelo crescimento da produtividade agrícola, pelo desenvolvimento das grandes construções (templos e palácios) e da ciência (matemática, medicina). Apesar da prosperidade, não houve ampliação do território, excetuando-se uma expedição ao sul, que conquistou parte da Núbia, reino que também vivia às margens Nilo.

    São desconhecidas as razões que levaram ao fim do poder central por quase 50 anos, mas sabemos que ocorreram períodos de fome, provavelmente vinculados à diminuição das cheias do Nilo. Devem também ter ocorrido revoltas de camponeses contra o pagamento de tributos ao Estado.

    Em torno de 2100 a.C., foi restabelecido o poder central: é o período do Médio Império. Ampliou-se a autoridade do Estado, aumentou a produção agrícola e foram construídas diversas obras de irrigação.
    Por volta de 1640 a.C., o Egito foi conquistado pelos hicsos - povo de origem asiática -, que permaneceram 90 anos dominando a região. Era um povo guerreiro, hábil no uso de cavalos e do carro de guerra. Os hicsos trouxeram diversas inovações, principalmente no que se refere ao uso do bronze, que era desconhecido dos egípcios.

    O período mais importante e mais conhecido do Egito Antigo é o Novo Império (1550-1076 a.C.). Foi o momento da expansão para a Ásia e da conquista da Palestina, Síria e Fenícia, chegando até o rio Eufrates, na Mesopotâmia.

    Controlando o corredor sírio-palestino, criou-se um obstáculo às invasões dos povos asiáticos, que usava essa passagem para invadir o Egito pelo istmo de Suez. Isso facilitou o controle das rotas comerciais que passavam pela região e ampliou a cobrança de tributos.

    A criação de um império na Ásia levou à formação de um exército permanente, em grande parte formado por mercenários líbios e núbios, e à utilização de novas armas, como a espada e os carros de guerra.

    Esplendor e declínio do Império Egípcio

    Durante o Novo Império intensificou-se o comércio externo com as ilhas de Creta e Chipre, no mar Mediterrâneo, e com a Fenícia; ampliou-se a máquina burocrática do Estado; e foram edificadas novas pirâmides e palácios, em grande parte com os recursos espoliados dos povos dominados. Somente Thutmés 3º (1469-1436), em uma de suas 17 expedições militares, trouxe como butins de guerra centenas de prisioneiros, 924 carros, 2.238 cavalos, 44 mil cabeças de gado e 200 quilos de ouro.

    Os faraós tiveram enormes dificuldades em manter as conquistas na Ásia e o domínio da Núbia. Ocorreram rebeliões dentro do império, pressões nas fronteiras de povos atraídos pela riqueza do Egito e problemas internos devido ao crescimento da população (o aumento do número de habitantes por quilômetro quadrado gerou períodos de fome).

    No século 7 a.C., Assurbanipal, rei dos assírios (povo da Mesopotâmia), ocupou o Egito, mas logo foi expulso. A invasão, porém, foi uma demonstração da fraqueza interna do império, apesar das reformas realizadas no Renascimento Saita (séculos 7 a 6 a.C.).

    Ainda na Antiguidade, no século 6 a.C., o Egito perdeu a independência. Em 525 a.C., Cambises, imperador da Pérsia, invadiu e ocupou o Egito, que se manteve como satrapia persa por 200 anos. Os persas introduziram o camelo, que se adaptou bem à região e possibilitou o contato mais frequente com os oásis a oeste do rio Nilo.

    Em 332 a.C., Alexandre Magno, da Macedônia, que já tinha conquistado a Grécia, a Ásia Menor, a Palestina e a Fenícia, também ocupou o Egito. Vinte e oito anos depois, seus herdeiros deram origem à dinastia dos Ptolomeus ou Período Ptolomaico, que se estendeu até 30 a.C., quando os romanos invadiram e ocuparam o Egito.

    O papel da religião

    A vida dos egípcios estava marcada pela religião e seus deuses. Segundo a mitologia egípcia, o deus Osíris ensinou a agricultura aos seres humanos, mas acabou traído e morto pelo irmão e rival Seth. Ísis, sua mulher, convenceu os outros deuses a trazer de volta Osíris para a Terra: era ele que julgava os egípcios depois que estes morriam; ouvia a defesa de cada um e, depois de pesar o coração do indivíduo - para saber se estava mentindo ou não -, decidia pela sua inocência ou culpa.

    A crença em uma vida após a morte acompanhava o egípcio durante toda a sua existência. Dessa forma, a construção de grandes túmulos, onde estavam acumulados tesouros e objetos de uso pessoal do morto, servia para que, depois da vida, ele mantivesse a mesma condição material.

    Segundo o egiptólogo A. Abu Bakr, "a crença no além foi sem dúvida favorecida e influenciada pelas condições geográficas do Egito, onde a aridez do solo e o clima quente asseguravam uma notável conservação dos corpos após a morte, o que deve ter estimulado fortemente a convicção de que a vida continuava no além-túmulo".

    O politeísmo da religião egípcia foi brevemente interrompido pela instituição do monoteísmo pelo faraó Amenófis 4º (1380-1362 a.C.), que mudou seu nome para Akenaton e divulgou o culto ao deus Aton. Além de razões religiosas, o faraó também pretendia diminuir os poderes do clero, enriquecido pelo pagamento de tributos, e que exercia enorme influência política.

    Akenaton fundou uma nova capital, perseguiu os sacerdotes inimigos de sua reforma, mas não conseguiu obter apoio popular. Após a sua morte foi restabelecido o politeísmo e a capital retornou para Tebas.

    Cronologia do Egito Antigo


  • Período Pré-dinástico: 3300 - 3000 (dois reinos)

  • Período Protodinástico: 3000 - 2670 (1ª e 2ª dinastias)

  • Antigo Império: 2670 - 2150 (da 3ª até a 6ª dinastia)

  • I Período Intermediário: 2150 -2100 (desintegração da unidade política)

  • Médio Império: 2100 - 1750 (11ª e 12ª dinastias)

  • II Período Intermediário: 1750 - 1550, sendo que de 1640 até 1550 os hicsos controlaram o Egito (15ª e 16ª dinastias) - reação de Tebas (17ª dinastia)

  • Novo Império: 1550 - 1076 (da 18ª até a 20ª dinastia)

  • III Período Intermediário: 1076 - 712 (da 21ª até a 24ª dinastia) - período do controle núbio sobre o Egito.

  • Época Tardia: 712 - 332 (da 25ª até 30ª dinastia)

  • Período Ptolomaico: de 332 a.C. até 30 d.C.

  • tudo sobre o sol

    O Sol é uma estrela G2 normal, uma das mais de 100 mil milhões de estrelas na nossa galáxia.
    O Sol é de longe o maior objecto no Sistema Solar. Contém mais de 99.8% da massa total do Sistema Solar (Júpiter contém praticamente o resto). Diz-se regularmente que o Sol é uma estrela "vulgar". Isso é verdade no sentido em que existem muitas outras semelhantes. Mas existem muitas mais estrelas pequenas que grandes; o Sol está no top 10% por massa. O tamanho médio das estrelas da nossa galáxia é provavelmente menos de metade da massa do Sol.
    O Sol está personificado em muitas mitologias: os Gregos chamavam-lhe Helios e os Romanos Sol.
    Actualmente contém 70% de hidrogénio e 28% de hélio na sua massa; tudo o resto ("metais") é menos de 2%. Estas quantidades mudam com o passar do tempo à medida que o Sol converte hidrogénio em hélio no seu núcleo.
    As camadas exteriores do Sol exibem rotações diferentes: no equador a superfície completa uma volta em cada 25.4 dias; perto dos pólos chega até aos 36 dias. Este comportamento estranho deve-se ao facto do Sol não ser um corpo sólido como a Terra. Efeitos similares são vistos também nos planetas gasosos. Estas diferenças na sua rotação estendem-se até ao interior do Sol, embora o núcleo gire como um corpo sólido. As condições no núcleo do Sol (aproximadamente os 25% interiores do seu raio) são extremas. A temperatura é de cerca de 15.6 milhões Kelvin e a pressão é de 250 mil milhões de atmosferas. No centro do núcleo a densidade do Sol é mais de 150 vezes a da água.
    A energia libertada pelo Sol (3.86e33 ergs/segundo ou 386 mil biliões de megawatts) é produzida através de reacções nucleares. Em cada segundo cerca de 700,000,000 toneladas de hidrogénio são convertidas em cerca de 695,000,000 toneladas de hélio e 5,000,000 toneladas (=3.86e33 ergs) de energia na forma de raios-gama. À medida que viaja para a superfície, esta energia é continuamente absorvida e reemitida a temperaturas cada vez mais baixas. Quando chega à superfície, é na sua maioria luz visível. Nos últimos 20% do caminho até à superfície a energia é transportada mais por convecção do que por radiação.
    A superfície do Sol, chamada fotosfera, está a uma temperatura de cerca de 5800 K.
    As manchas solares são regiões mais "frias", apenas a 3800 K (aparecem escuras apenas por comparação com as regiões circundantes). As manchas solares podem ser muito grandes, quase chegando aos 50,000 km em diâmetro. São causadas por interacções complicadas e não muito compreendidas entre o campo magnético do Sol.
    Uma pequena região conhecida como a cromosfera situa-se acima da fotosfera. Outra região altamente rarefeita acima da cromosfera, chamada a coroa, estende-se milhões de quilómetros no espaço mas é apenas visível durante os eclipses. As temperaturas na coroa podem exceder 1,000,000 K.
    O campo magnético do Sol é muito forte (pelos padrões terrestres) e muito complicado. A sua magnetosfera (também conhecida por heliosfera) estende-se para além de Plutão.
    Em adição ao calor e luz, o Sol emite também uma corrente de baixa densidade de partículas carregadas (na sua maioria electrões e protões) conhecida como vento solar que se propaga pelo Sistema Solar a 450 km/s. O vento solar e as maiores partículas de energia ejectadas pelas proeminências solares podem ter efeitos dramáticos na Terra, variando entre quebras de electricidade a interferências de rádio ou até às espectaculares auroras.
    Dados recentes da sonda Ulysses mostraram que durante a mínima actividade do ciclo solar o vento emanado pelas regiões polares viaja ao dobro da velocidade, 750 km/s, do que a latitudes mais baixas. A composição do vento solar também parece ser diferente nas regiões polares. Durante o máximo solar, no entanto, o vento move-se a uma velocidade média.
    Estudos mais aprofundados do vento solar serão feitos pela sonda Wind, lançada recentemente, pela ACE e pela SOHO, no ponto de vantagem situado entre a Terra e o Sol a cerca de 1.6 milhões de km da Terra. O vento solar tem grandes efeitos nas caudas dos cometas e também nas trajectórias das sondas.
    Espectaculares "loops" e proeminências são regularmente visíveis no limbo solar.
    A libertação de material do Sol não é sempre constante. Nem a quantidade da actividade solar. Existiu um período de baixa actividade de manchas solares na segunda metade do século XVII chamada "Maunder Minimum". Coincide com um período anormalmente frio no norte da Europa às vezes conhecido como Pequena Idade do Gelo. Desde a formação do Sistema Solar que o material libertado pelo Sol aumentou em 40%.
    O Sol tem cerca de 4.5 biliões de anos. Desde o seu nascimento usou cerca de metade do seu hidrogénio no núcleo. Irá assim continuar "pacificamente" por outros 5 biliões de anos (embora a sua luminosidade suba para o dobro nessa altura). Mas eventualmente irá ficar sem hidrogénio para queimar. Irá ser forçado a fazer mudanças radicais, embora comuns pelos padrões estelares, o que resultará na total destruição da Terra (e provavelmente na criação de uma nebulosa planetária).
    Existem nove planetas e um grande número de objectos mais pequenos orbitando o Sol (exactamente quais os corpos que deveriam ser classificados como planetas e quais como "objectos mais pequenos" tem sido fonte de alguma controvérsia, mas no fundo é tudo uma questão de definição).
    DADOS
    Massa (kg)1.989e+30
    Massa (Terra = 1)332,830
    Raio equatorial (km)695,000
    Raio equatorial (Terra = 1)108.97
    Densidade média (gm/cm^3)1.410
    Período de rotação (dias)25-36
    Velocidade de escape (km/s)618.02
    Luminosidade (ergs/s)3.827e33
    Magnitude (Vo)-26.8
    Temperatura média à superfície6,000ºC
    Idade (biliões de anos)4.5
    Compostos
    Hidrogénio
    Hélio
    Oxigénio
    Carbono
    Nitrogénio
    Néon
    Ferro
    Sílica
    Magnésio
    Enxofre
    Outros

    92.1%
    7.8%
    0.061%
    0.030%
    0.0084%
    0.0076%
    0.0037%
    0.0031%
    0.0024%
    0.0015%
    0.0015%
     
    DATAS IMPORTANTES
    585 AC
     
    Primeiro eclipse solar previsto com êxito.
     
    1610Galileu observa manchas com o seu telescópio.
    1650-1715Descoberto o mínimo solar.
    1854Feita a primeira ligação entre a actividade solar e a actividade geomagnética.
    1868Observadas pela primeira vez linhas de hélio no espectro solar.
    1942Pela primeira vez, observadas as emissões de rádio do Sol.
    1946Descoberta a temperatura da coroa (1,000,000 K).
    1959Primeiras observações directas do vento solar pela Mariner 2.
    1973-74A Skylab observa o Sol, descobrindo os buracos coronais.
    1982Primeiras observações de neutrões de um protuberância solar pela Solar Maxiumum Mission (SMM).
    1991O satélite japonês Yohkoh estuda os raios-x e raios-gama.
    1994-95 & 2000-01A missão Ulisses da NASA/ESA estuda as regiões polares do Sol.
    1995Solar and Heliospheric Observatory (SOHO) da ESA/NASA estuda o interior, atmosfera e vento do Sol.
    1998O satélite da NASA Transition Region and Coronal Explorer observa a fotosfera, a região de transição e a coroa.

    Black Eyed Peas é um grupo de hip hopR&B e demúsica eletrônica, formado em Los AngelesCalifórnia em 1995. O grupo é composto por Will.I.AmApl.de.apTaboo, eFergie. Desde seu terceiro álbum Elephunk em 2003, o grupo vendeu mais de 29 milhões de álbuns e 41 milhões de singles.[1]
    Seu primeiro hit número um no mundo foi "Where Is the Love?" em 2003. Outro single que chegou ao número um nas paradas européias, foi "Shut Up". O álbum seguinte do grupo,Monkey Business foi outro sucesso, certificado "4x Platina" nos Estados Unidos, com singles como "My Humps", "Don't Phunk With My Heart" e "Pump it".
    Em 2009, o grupo se tornou um dos 11 artistas à colocar singles em primeiro e segundo lugar, simultaneamente, na Billboard Hot 100, com seus singles "Boom Boom Pow" e "I Gotta Feeling", o próximo single "Meet Me Halfway" alcançou um sucesso similar, a partir do álbum The E.N.D, estes três singles também liderou as paradas por 30 semanas consecutivas em 2009. O álbum mais tarde conseguiu mais uma vez a primeira posição da Hot 100 com "Imma Be", tornando o grupo um dos poucos à colocar três singles número um no chart do mesmo álbum antes de ser seguido com "Rock That Body", que conseguiu pico no Top 10 da Hot 100."I Gotta Feeling" tornou-se o primeiro single a vender mais de 1 milhão de downloads no Reino Unido.[2]
    Em novembro de 2010, eles lançaram seu álbum The Beginning. O primeiro single do álbum foi "The Time (Dirty Bit)".A canção liderou as paradas em diversos países. Em fevereiro de 2011, o grupo se apresentou no Super Bowl XLV. O segundo single do álbum foi " Just Can't Get Enough" e foi lançado em fevereiro de 2011. O vídeo foi filmado noJapão uma semana antes do terremoto de 2011. A canção foi dedicada a amigos japoneses. O terceiro single, "Don't Stop the Party" foi lançado em maio de 2011.

    vulcões

    TUDO SOBRE VULCÃO,VULCÕES!

    Porque existem vulcões?

    Tudo sobre Vulcão,vulcões!
    Vulcão: Estrutura supracrustal caracterizada pela efusão de material magmático (lava, cinzas, gases) derramado ou ejetado a partir de um conduto de forma cilíndrica na crosta (chaminé) junto a boca do qual se acumula, construindo um depósito com forma mais ou menos cônica, de complexidade variável que depende do tipo de vulcanismo, se mais ou menos explosivo.
    Com magmatismo ácido a intermediário, mais viscoso e que dificulta o escoamento e a saída de gases, o vulcanismo tende a ser explosivo e piroclástico, do tipo peleano; fragmentos de rochas não vulcânicas existentes junto ao duto vulcânico podem, inclusive, ser ejetados junto com o material vulcânico no cone de ejeção.
    Com magmatismo básico, mais fluido e com menos gases, o aparelho vulcânico tende a ser do tipo hawaiano ou de escudo, mais espraiado, e o magma que irrompe espalha-se por área mais extensa, formando um relevo mais suave e com altura relativamente baixa relativamente ao diâmetro.
    Em um terceiro tipo intermediário, as condições de magmatismo intercalam fases mais explosivas e fases mais fluidas, dando origem a estrato vulcões.
    Os vulcões podem ser ativos, dormentes ou extintos, os dois primeiros tendo câmara magmática em profundidade a partir da qual irrompe o magma através da chaminé sempre que tectonismo ou pressão do magma e gases associados forçar a saída da lava. Os extintos são aqueles que não tem mais magmatismo ou cujo magmatismo associado não seja mais significativo.

    Porque no brasil não existe vulcões ativos?

    No Brasil por enquanto não existe, mas na cidade de Nova Iguaçu-RJ existe um vulcão que não está em atividade (ativo), mas a qualquer momento ele pode entrar em atividade.
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    Porque ocorrem terremotos e vulcões?

    Ao contrário do que se pensa, nem todos os sismos (terremotos) são causados pela movimentação das placas tectônicas. Ocorrem também em decorrência da transformação e mudança de densidade de minerais no subsolo, do deslocamento do magma vulcânico devido a variações de pressão (usado como indicador de erupção vulcânica) e do deslizamento de grandes fragmentos de rocha, principalmente devido à extração de minérios, água, gás e/ou combustíveis fósseis do subsolo. Os vulcõessurgem quando magma, gases e outros materiais extremamente quentes escapam do núcleo ou do subsolo para a superfície devido principalmente ao aumento da pressão interna. O cone vulcânico é formado pelas rochas que dão passagem a esse material e pode “crescer” a cada erupção, com o acúmulo de magma resfriado (rocha magmática), cinzas e outros compostos, especialmente cristais de sílica.

    Existem vulcoes na América do sul? Porque da existencia deles?

    É bem difícil um continente não ter vulcões pois eles surgem do mar formando ilhas e pequenos países que em Era passadas formaram um só continente que devido as separações pelas placas tectônicas, principalmente na América do Sul onde teve um dos mais impiedoso vulcão, Nevado del Ruis, Colômbia.
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    Atualmente no Chile, um vulcão dado como extinto voltou com uma intensidade forte. No Brasil existe vulcões extintos, que pode ter o mesmo problema do Chile.

    Porque o vulcão entra em erupção?

    A erupção vulcânica é um fenômeno da natureza, geralmente associado à extravasação do magma de regiões profundas da Terra na superfície do planeta. As camadas de rochas formadas por erupções magmáticas são chamadas de “derrames”, pois a rocha se espalha e solidifica-se na superfície do globo. A lava arrefecida gera normalmente um óptimo solo para plantação.
    Existem diferentes tipos de erupção vulcânica, diferindo na proporção e tipo de material expelido e na violência dessa expulsão.
    A proporção de rochas, gases e lava que um vulcão emite determina o tipo de erupção. Os tipos de erupção recebem normalmente nomes relacionados com vulcões famosos onde se observou um comportamento vulcanológico característico. Alguns vulcões exibem somente um tipo de erupção durante um intervalo de actividade, enquanto que outros podem mostrar uma sequência de diferentes tipos.
    As erupções vulcânicas podem ser divididas quanto à sua violência em explosivas e efusivas. As erupções explosivas são causadas pela acumulação de vapor e gases sob elevadas pressões, que são libertados de forma violenta. A interacção de águas subterrâneas e magma leva à produção de vapor, que retido debaixo de camadas de rocha se acumula até atingir uma pressão suficientemente elevada para a destruir e libertar-se para a atmosfera. Gases que eventualmente estejam dissolvidos no magma em ascensão no vulcão, por acção da elevada pressão no seu interior, podem também expandir rapidamente após a explosão inicial de vapor, formando uma explosão secundária que é por vezes mais intensa que a primária e que pode formar um fluxo piroclástico. Em contraste, nas erupções efusivas existe uma libertação lenta de lava de baixa viscosidade e com reduzido conteúdo volátil, não existindo fenómenos explosivos associados a este tipo de erupção.

    Tipos de Erupção

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    Erupção Efusiva
    Emissão lenta de lavas em forma de escoadas. Os magmas são essencialmente fluídos e os gases libertam-se suavemente. Cones em geral baixos e de vertentes suaves. O vulcão Mauma Loa é um exemplo deste tipo de erupção.

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    Erupção explosiva
    Projecção de grandes quantidades de materiais sólidos. Os magmas são viscosos e os gases libertam-se de forma violenta e em algumas situações formam-se nuvens ardentes. Cones depiroclastos, em geral altos e com vertentes íngremes. Por vezes ocorrem domas ou agulhas. O vulcão Monte de St. Helens nos EUA é um exemplo deste tipo de vulcanismo.
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    Erupção Mista
    Alternância de explosões violentas e emissão lenta de lavas. O cone tem camadas alternadas depiroclastos e lava solidificada. O vulcão Etna na Itália é um exemplo deste tipo de vulcanismo.

    Por que não existe vulcões no Brasil?

    O Brasil está no centro de uma grande placa tectônica, a Placa Sul-Americana, portanto, afastado dos limites dessa placa. O limite leste da Placa Sul-Americana está posicionado no fundo do oceano Atlântico, próximo da metade da distância entre o Brasil e a África, enquanto que o limite oeste fica junto ao litoral oeste da América Latina. O distanciamento dos limites da Placa Sul-Americana é o motivo porque não há vulcões atualmente no Brasil.
    No território brasileiro há vestígios de diversos eventos vulcânicos, desde o Arqueano, passando pelo Proterozóico, pelo Cretáceo-Terciário até tempos mais recentes geologicamente. No nosso território está inclusive um dos maiores eventos vulcânicos da Terra, o vulcanismo mesozóico da Bacia do Paraná. A atividade vulcânica no continente cessou por volta dos 10 milhões de anos, mas nas ilhas oceânicas o vulcanismo se estendeu até tempos geológicos mais recentes, onde na Ilha de Trindade é ainda possível se observar claramente os restos de um edifício vulcânico extinto, o vulcão do Paredão.



    fonte: http://www.portalpower.com.br/

    buraco negro

    Um buraco negro se forma quando uma estrela super massiva fica sem combustível, o que faz seu núcleo diminuir até ficar reduzido a uma fração de seu tamanho original. Quando isso acontece, a gravidade produzida por ele sai do controle e começa a sugar tudo que encontra. Ele começa a sugar a massa da estrela, fazendo isso tão rapido que se engasga e expele enormes torrentes de energia. Ela é tão forte que acaba furando a estrela e lançando mais jatos de energia. A gravidade não suporta essa energia e a estrela finalmente explode (esta explosão é chamada de hipernova). Em apenas um segundo a explosão é capaz de gerar 100 vezes mais energia que o nosso Sol produzirá em toda sua existência. O que resta no centro é o buraco negro.

    mais o maior mitério é:para onde eles levam?
    para outra dimensão?
    para um outro universo?
    isso o ser humano nunca vai saber.